Um Processo Sensível entre Arte, Cultura e as Crianças.

    Publicado por:  Ana Beatriz Souza Cerqueira

“A vida é uma unidade. A que se deve essa unidade da vida? Ao amor. “Dize-me o que tu amas, eu te direi o que tu és”. O  amor é em nós o começo de tudo, e esse é o ponto de partida comum do conhecimento.

 

Inicio com uma citação de Sertillanges sobre a vida intelectual, pois além de me remeter à produtiva manhã do dia 28 de agosto, em companhiada equipe pedagógica no processo do conhecimento, ela revela a relação amorosa com a Arte em um espaço escolar.

O que significa fazer Arte na escola? Qual é a importância da Arte em nossas vidas? É necessário a existência de um espaço selecionado/privilegiado para a sua garantia?O professor tem que ser artista titulado para poder entrar nesse universo?“Pra serve a Arte se ela não enche a barriga de ninguém de feijão com arroz?” ... essa escutei na sala dos professores outro dia.

Com as portas abertas à reflexão, Patrícia Souto, compartilhou ideias, experiências, investigações e pesquisas, guiando-nos pelo caminho do sentir, ressignificar e consequentemente, da aproximação com os fundamentos da Arte, da possibilidade de uma atuação mais inteligente e, sobretudo, de com ela estabelecer um diálogo cada vez mais profundo.

Agradecimentos sinceros, da equipe Centro Cívico que tem a Arte como um caminho para a construção de um movimento que se pretende pedagógico.

Seguimos em busca, inquietos, com muita sensibilidade e em ótimas cias.

SEP DIGITAL/ 28.08.2021

Autor: Profª Paula Guimarães | Fonte: CMEI Centro Cívico
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Um Processo Sensível entre Arte, Cultura e as Crianças.
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