Quando as famílias, as crianças e a equipe do CMEI se juntam; só dá misturanças significativas!

    Publicado por:  Josimar de Oliveira Ferreira Santos

Quando as famílias, as crianças e a equipe do CMEI se juntam; só dá misturanças significativas!

A integração com as famílias e entrega de pareceres, no CMEI Dr. Eraldo Kuster, aconteceram como de costume, a continuidade das ações, com a bela participação das famílias, crianças correndo, livremente de um lado para o outro; muitos sorrisos e alegria; com conversas das crianças entre elas, com seus familiares, com as professoras e com todos/as que tivessem oportunidade, de relatar algo sobre aquele ambiente em que elas são integradas e pertencentes; e ainda com lágrimas de emoção das famílias, das professoras; ao olhar para trás e enxergar as marcas das crianças nas atividades, nos vídeos, no comportamento. De tanto nos misturarmos: crianças, equipe da unidade, famílias, criamos uma cultura, que se transforma a cada um/uma que chega, mas que de certa forma se conservam algumas características, como o espírito solidário, participativo e acolher.

O Conselho e toda equipe do CMEI, consciente de que a comunidade é sempre parceira e muito presente na vida da unidade. E, em todas as atividades desenvolvidas. Pensando nesse acolhimento, foram organizadas essas ações em dois momentos distintos. Primeiro com os familiares da Prés e no outro com as famílias dos Maternais e Berçário II.

Agradecemos a parceria da Andressa, chefe de Núcleo da Regional de Educação do Pinheirinho; a Tânia, assistente da chefia e a Super Intendente Elisângela Mantagute, que é super em todas as horas e autorizou o formato planejado pelo Conselho e pela equipe do CMEI.

Agradecemos a equipe do CMEI que voluntariamente organizaram o ambiente com zelo e cuidado; pensando em cada detalhe; ainda que para isso; elas abriram mão do descanso, ficando até mais tarde para tornar significativos os momentos às crianças, as famílias e toda equipe do CMEI. Tudo bem, que mesmo com essa organização, ainda assim, não conseguimos acomodar tão bem as famílias, que graças a Deus trouxeram avós, tios, tias irmãos, irmãs e todas as pessoas que têm papel importante na vida da criança.

Muito embora as atividades não fossem pensadas em despedidas, havia um clima de saudosismo, pela chegada do fim do ano e devido ao fato de que muitas crianças e suas famílias vão seguir para a escola.

A vida é assim; ela segue, vamos passando marcando e sendo marcados/as. As marquinhas que as crianças nos deixam são alegres, coloridas. Daria até, para pintar um arco-íres. Os sentimentos ternos vieram, ao olharmos para os nossos pequenos/as. Muitos/as chegaram aos braços da mãe, do pai, avós e hoje vão embora caminhando, autônomas, seguras, com muitas experiências vividas e histórias para contar. Aprendemos com elas e elas conosco. É, acho que aprendemos mais; as crianças são mestras na arte de ensinar. 

Pensando bem, não ‘importa’ quem aprendeu, ou ensinou mais. O que realmente ‘importa’ é se importar; se misturar.

E nós, nos misturamos de “tanto ficarmos juntos”, juntas!

Lá no finalzinho, da sexta feira, “o bom velhinho” apareceu. Aqui podemos revelar, já que as crianças, nessa fase têm uma forma diferente de interpretar os códigos escritos. Era o paizinho da Aghata, o papai e a mamãe dela, com muito jeitinho fizeram esse pedido e eles trouxeram umas pipoquinhas as crianças, mas o que realmente importou aos pequenos/as, era chegar perto do papai Noel e contar suas histórias. E a Aghata no dia seguinte que veio para o CMEI chegou contando sobre o que ela havia dito ao papai Noel e no caminho quando estávamos indo fazer uma visita na E. M. São Matheus do Sul, ela me disse que as renas e os gnomos existem de verdade e eu acreditei, porque no imaginário das crianças, tudo é possível.

No sábado, não teve o “bom velhinho”, mesmo porque não é a proposta da unidade; ainda que saibamos o significado do papai Noel as crianças. Essas oportunidades, elas têm nos Shopping Centers da vida. Mas em compensação as famílias ficaram demoradamente em sala, ou vendo as imagens e vídeos das crianças em ação, nos tablets, (maternal único), ou conversando com as professoras sobre os/as filhos/as. Elas queriam saber sobre todo esse encantador cotidiano das crianças e as professoras fizeram questão de contar e contar!

E nós terminamos a semana, certas/as de que ao longo do ano caminhamos muito juntos/as às famílias e, coladinhas/os às crianças!

Sendo assim, que Deus continue abençoando as nossas vidas.

Autor: Dr. Eraldo Kuster, CMEI | Fonte: Gestora: Ivete Bussolo
00200918.jpg
acolhida cmei
1/59