Eu quero bolo?

    Publicado por:  Caroline Kupczki Krezko

Diante de um pedido de um bebê, com lágrimas nos olhos, eu quero bolo, eu que bolo, o que fazer?

Ei não contem a gerência da alimentação: nem para a Maria Cristina, nem para a Tábata e nem para a Rosi, mas hoje o lanche do Berçário II não foi do cardápio.

Quando cheguei hoje pela manhã no berçário, o Alexandre estava chorando pedindo bolo; ele viu na porta uma amiguinha terminando de comer um pedaço de bolo que a mãe lhe deu para comer no caminho do CMEI.

Ele chorandinho, dizia, eu quero bolo, eu quero bolo. Diante deste pedido tão sentimental, busquei a lactarista Franciele e disse a ela, que o Alexandre queria conversar com ela. E ele repetiu o pedido quero bolo. Claro que a lactarista devolveu a mim o pedido, se a Ivete comprar os ingredientes eu faço.

Então combinamos com o Alexandre que ele iria tomar o leitinho naquele momento e que depois faríamos o bolo.

Lá fui eu no mercadinho próximo ao CMEI comprar ovos, trigo, Royal e açúcar. A Fran fez um delicioso bolo de cenoura, substituindo o cardápio do lanche; claro que também comi um pedaço e todos os coleguinhas e coleguinhas do Berçário II e as professoras.

Quanto ao Alexandre, comeu três pedaços, as professoras ficaram até preocupadas, achando que poderia fazer mal. Mas a vontade era tanta...

Então, nutricionistas de plantão, prometo que foi somente hoje. Esta moda não vai pegar. Foi apenas um tratamento equânimea criança, conforme rege os nossos documentos oficiais.

Sabe aqueles dias que precisamos de um chameguinho, de algo a mais...

Foi isso.

Autor: Dr. Eraldo Kuster, CMEI | Fonte: Ivete Bussolo
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