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Conhecendo a cultura africana através da oficina de turbantes

    Publicado por:  Paula de Camargo Demario

Com o objetivo de explicar a diversidade cultural como resultado das ações e diferentes modos de construir a cultura dos africanos, a professora Paula Demário e Dilma Cristina promoveram um sábado afro-cultural na biblioteca da escola.

O conto africano refletiu como é bom aprender coisas novas com os outros e a importância de compartilhar conhecimentos, (O livro: O dia em que Ananse espalhou sabedoria pelo mundo de Eraldo Miranda), e por meio da oficina de turbantes trouxe as questões sobre o respeito, a diversidade, mostrando o “OJÁ” que é um tipo de torço, tecido ou turbante, usado na cabeça nas religiões tradicionais africanas e afro-brasileiras.

A atividade contou com a presença de uma mãe da comunidade (Gladys Slomski.) ela levantou temas importantes para a reflexão sobre o respeito às diferenças: religiosas, de opinião, raças e intolerância. Apresentou o turbante e falou sobre o uso especialmente para as culturas africanas, afro-americanas e afro-brasileiras, por ser também um símbolo de resistência ao aculturamento, de afirmação de identidade cultural e de luta contra a discriminação e o preconceito racial.

Atualmente, o turbante é visto pela maioria das pessoas como um acessório estético que serve para enfeitar a cabeça e demonstrar charme e beleza, ou apenas algo que “está” na moda, mas para o povo africano esse adereço vai além, eles têm função social e religiosa.

 As atividades despertaram o interesse e a curiosidade dos estudantes e o uso do "OJÁ" contagiou a todos.

"Participar do cotidiano da minha filha Andreia na escola foi algo grandioso e especial. Transmitir meu conhecimento aos estudantes foi gratificante para nossa família.  Aceitar as pessoas como elas são e respeitá-las é o que ensino para minha filha. Sou grata por essa oportunidade". Gladys

Autor: Caramuru, EM | Fonte: EPA
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Turbante masculino
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