"CHÁ COM PROSA!"

    Publicado por:  Caroline Kupczki Krezko

“Chá com prosa”

Inclusão em pauta!

Hoje o lugar da boa prosa foi o CMEI Ciro Frare!

 

Parabenizamos a gestora Marcia Fernandes, a pedagoga Marjane Amaral e toda equipe do CMEI tão sensível a inclusão e pela bela iniciativa de juntar profissionais de outros equipamentos: Unidade de Saúde, do departamento de Inclusão, do Núcleo do bairro Novo, as famílias, especialmente a Adriana Czelusniak que tão bem falou de sua experiência como mãe de pessoa com Transtorno do Espectro Autista e das características do autismo e direitos inclusivos.
O CMEI Dr. Eraldo Kuster representado pelas professoras Meliane Espindula Machado Oliveira, Anelise Machado, Riandra Riveraa, a profissional de apoio Monique Oliveira, a mãe do Pedro, a Lilian Marcacini e eu é claro, estávamos lá proseando. Nos sentimos privilegiadas e agradecemos ao convite da gestora Marcia e da pedagoga Marjane.
Tomar chá, “prosear” é bom demais!
E quanto está em pauta da prosa a inclusão, atingimos a perfeição!
Ah, mas dizem que não existe perfeição.
Aí depende do que entendemos por perfeição.
Somos seres humanos cheios de defeitos, intelectuais, físicos. Falhamos o tempo todo.
No entanto, somos perfeitos (as) enquanto espécie humana e mais perfeitos (as) ainda quando temos a grandeza, ou melhor a naturalidade de enxergar as nossas deficiências e as deficiências das pessoas com quem convivemos, apenas como uma diferença, em que ora precisamos ser a extensão, isto é ser os braços as pernas daqueles que não as têm, ou que não realizam os movimentos necessários, assim como devemos aceitar naturalmente que os outros (as) façam por nós aquilo que não conseguimos fazer.
Ou como a pauta da prosa foi o Transtorno do Espectro Altista, que saibamos respeitar a forma peculiar de comunicação social, as estereotipias, os rituais; não exigindo e nem subestimando. Dando o tempo e espaço que precisa e criando estratégias para o desenvolvimento equânime.
Quanto mais proseamos sobre inclusão, mais naturalmente vamos enxergar e conviver com as pessoas com deficiências; respeitando e promovendo ações para atender as especificidades, sem melindres; convivendo juntos (as) num mundo, em que ser comum é pertencer a espécie humana!

Autor: Dr. Eraldo Kuster, CMEI | Fonte: Ivete Bussolo
00166119.jpg
cmei ciro frare
1/15